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Rumor: futuro de EA Sports College Football estaria em risco, com receio de fim da franquia em até cinco anos

Fontes anônimas ouvidas pela Insider Gaming temem que EA Sports College Football acabe em até cinco anos, por queda de vendas e custo do pagamento a atletas. Outras fontes dizem que o receio é exagerado; a EA não comentou.

EA Sports College Football e o receio sobre o futuro da franquia
EA Sports College Football — rumor de fontes anônimas sobre o futuro da série, de 13 de outubro de 2026.
Status: rumor. Em reportagem exclusiva de 13 de outubro, a Insider Gaming diz que fontes anônimas, algumas em cargos seniores, temem que EA Sports College Football acabe em até cinco anos. Outras fontes classificam o temor como exagerado. A EA não respondeu aos pedidos de comentário e não há plano anunciado para encerrar a série.

O que a reportagem afirma

O jogo de futebol americano universitário voltou em 2024 e foi um sucesso. Segundo a Insider Gaming, College Football 25 foi o segundo jogo mais vendido dos EUA naquele ano, atrás de Call of Duty: Black Ops 6, e o esporte mais vendido da história do país em receita. Em 2025, College Football 26 ficou em sétimo lugar no ano. A matéria diz que as vendas vêm caindo: o CFB 27 foi o segundo mais vendido em julho de 2026, mas saiu do top 10 em agosto. Em agosto, ele aparece em quarto lugar apenas dentro de um pacote com Madden NFL 27, de US$ 99,99.

JogoDesempenho citadoFonte
College Football 25 (2024)2º mais vendido dos EUA no anoInsider Gaming
College Football 26 (2025)7º mais vendido do anoInsider Gaming
College Football 27 (2026)2º em julho; fora do top 10 em agostoInsider Gaming
Pacote com Madden 274º em agosto (US$ 99,99)Insider Gaming

O peso do pagamento a atletas

O custo de licenciar a imagem dos jogadores é o centro do receio. De acordo com a Insider Gaming, cada atleta recebeu US$ 600 no CFB 25, o que somou cerca de US$ 7 a 7,5 milhões para mais de 11 mil jogadores. No CFB 27, o valor subiu para US$ 1.500 por atleta, perto de US$ 20 milhões só nesse item. Fontes ouvidas estimam que a conta possa chegar a US$ 30 a 40 milhões por ano se a tendência continuar, fora licenças de universidades, estádios e conferências. A reportagem calcula que a EA precisaria vender cerca de 275 mil cópias a US$ 69,99 apenas para cobrir o pagamento aos atletas.

Ultimate Team e microtransações

Uma fonte disse que o modo Ultimate Team rende bastante, mas abaixo do que a EA esperava. Depois da polêmica em que os modos Road to Glory e Dynasty ganharam microtransações extras no CFB 27, a empresa as removeu. Ainda segundo a Insider Gaming, a EA pretende voltar a monetizar esses modos em lançamentos futuros, o que deve provocar nova reação dos jogadores. O Deseret News, que repercutiu o caso em 15 de outubro, também registra a retirada das microtransações.

⚠ Como ler este relato
É uma reportagem baseada em fontes anônimas, publicada por um único veículo, sem comentário da EA. O próprio texto traz fontes que consideram o medo exagerado e veem a franquia sólida. O Deseret News lembra que lançamentos anuais costumam vender mais no início e cita Matt Brown, do Extra Points, que disse que a série tem a obrigação contratual de pelo menos mais um lançamento. O jogo continua a existir, e nada foi cancelado.

Contexto: a EA agora tem novos donos

O Deseret News informa que a EA concluiu em agosto a aquisição por um consórcio formado por Public Investment Fund (Arábia Saudita), Silver Lake e Affinity Partners, a US$ 210 por ação, passando a ser uma empresa de capital fechado. Não há relato de que a compra tenha relação com o futuro de College Football; ela serve apenas de pano de fundo para a pressão por receita.

Para outras notícias sobre o mercado de jogos, leia o relatório de vendas da Circana, o relato sobre o Xbox e as novas IPs e o caso do remaster que a SEGA retirou das lojas.

Perguntas rápidas

EA College Football vai acabar? Não há anúncio; é temor de fontes anônimas. Por quê? Queda de vendas e custo crescente com atletas. Quanto a EA paga aos atletas? US$ 1.500 por jogador no CFB 27, segundo a reportagem. A EA comentou? Não. Todos concordam? Não; outras fontes dizem que o medo é exagerado.