O Samsung Galaxy Watch Ultra é a resposta da Samsung para quem quer o relógio mais resistente e completo do ecossistema Galaxy. Caixa de titânio, certificação militar, GPS de dupla frequência e segurança de aventura. Testamos para ver se ele justifica o posicionamento premium frente ao Apple Watch Ultra e aos Garmin.
A construção impressiona: caixa de titânio com botão Quick laranja exclusivo, 10 ATM de resistência à água e certificação militar MIL-STD-810H. A tela AMOLED Super chega a 3.000 nits de brilho — perfeitamente legível sob sol forte. É grande e pesada, então pulsos finos podem estranhar, mas a sensação é de equipamento sério.
A bateria de 590 mAh promete até 100 horas em modo de economia — bem acima de qualquer Galaxy Watch comum. No uso real com tela sempre ligada e GPS, espere de 1,5 a 2,5 dias. A saúde é completa: ECG, pressão arterial (com calibração), SpO₂, sono detalhado, composição corporal e o novo Heart Health Score via Samsung Health.
O GPS de dupla frequência traça rotas com ótima precisão, e há botão Quick personalizável para iniciar treinos. O software esportivo evoluiu com Running Coach, mas ainda fica atrás de Garmin para atletas sérios. A maior limitação é o preço alto e o fato de que Galaxy Watches mais baratos copiaram boa parte do visual. Funciona melhor pareado a um celular Galaxy.
O Samsung Galaxy Watch Ultra entrega o que promete: o relógio mais resistente e completo do ecossistema Galaxy, com titânio, GPS de dupla frequência, tela brilhante e saúde avançada. Para quem tem Android (idealmente um Galaxy) e quer o topo de aventura da marca, é uma escolha excelente.
Se o seu foco é treino de atleta sério, um Garmin ainda leva vantagem no software; e quem quer só o essencial encontra Galaxy Watches mais baratos com visual parecido. Mas, dentro de sua proposta, o Galaxy Watch Ultra é o Android mais próximo de um Apple Watch Ultra.