Com pulseira em aço inoxidável banhada a ouro 14K e visual que engana pela sofisticação, o W90 Pro entrega GPS próprio e autonomia impressionante — só não espere um software tão refinado quanto a aparência sugere.

A primeira impressão ao tirar o W90 Pro da caixa é de solidez — nada da sensação plástica comum em relógios de entrada. A combinação de tons prata e dourado, com a pulseira de aço inoxidável banhada a ouro 14K, entrega um visual que facilmente passaria por um relógio bem mais caro. É o tipo de relógio que combina até com um traje social, sem que ninguém desconfie do preço real.
Ter GPS integrado sem depender do celular é um recurso raro nessa faixa de preço, permitindo rastrear rotas de corrida ou caminhada com mais independência. Combinado com a bateria de até 20 dias, o W90 Pro reduz bastante a preocupação com recarga constante — um ponto forte real para quem não quer lidar com carregador toda noite.
Sendo justo com quem vai gastar o dinheiro: o software é básico e pouco refinado, sem NFC para pagamentos e sem suporte a aplicativos de terceiros mais complexos. A precisão do GPS também foi apontada como um ponto que pode melhorar em comparações com concorrentes diretos, e o tamanho de cerca de 48mm torna o relógio volumoso no pulso, menos prático para o dia a dia comum. Para quem busca um ecossistema de apps mais completo, vale considerar modelos com Wear OS, como os da linha Galaxy Watch já testada aqui no MundoWatch.
O Blackview W90 Pro entrega um acabamento surpreendentemente premium para o preço, com GPS próprio e bateria de longa duração como destaques reais. Para quem prioriza visual elegante e autonomia sem gastar muito, é uma escolha sólida. O software básico e a ausência de NFC são limitações que compensam quem busca simplicidade acima de recursos avançados — mas não é a escolha certa para quem quer pagamentos por aproximação ou um ecossistema de apps completo.