A Amazfit mira corredores assustados com os preços da Garmin: o Active Max traz AMOLED de 1,5", cerca de 25 dias de bateria, modo Hyrox, NFC para pagamentos e chamadas, tudo por US$ 169. Testamos para ver se o "sósia do Garmin" entrega de verdade.
A caixa de ~48,5 mm em polímero e alumínio é maior e mais grossa que a do Active 2, com um visual discreto que não empolga, mas funciona. A estrela é a tela AMOLED de 1,5": grande, nítida e brilhante, à altura de relógios bem mais caros. A pulseira de silicone de 22 mm é confortável para o dia inteiro e para dormir (útil para o monitoramento de sono).
Aqui o Active Max brilha: a Amazfit anuncia até ~25 dias de bateria em uso típico, e na prática rende facilmente mais de uma semana mesmo com uso intenso, com cerca de 50 h de GPS reais. Soma NFC para pagamentos e chamadas Bluetooth pelo pulso — recursos que rivais diretos como o Coros Pace nem sempre têm. Roda o app Zepp, completo e fácil de usar.
O Active Max cobre o essencial e um pouco mais: multiesporte, modo Hyrox, métricas de corrida e o ecossistema Zepp com prontidão, sono e recuperação. A precisão de GPS e frequência cardíaca é competente, mas não líder de categoria — para treino sério de precisão, vale parear uma cinta de FC. Para a imensa maioria dos corredores e praticantes, é mais que suficiente.
O Active Max é uma das melhores compras de custo-benefício de 2026: junta tela AMOLED grande, bateria de semanas, pagamentos, chamadas e modo Hyrox por um preço de relógio de entrada. Para quem quer um esportivo completo gastando pouco, é uma recomendação fácil.
Se você precisa de GPS multibanda de altíssima precisão, mapas no relógio ou o ecossistema de uma marca premium, vale subir para um Garmin Forerunner 165/265 ou Coros. Mas, pelo preço, poucos entregam tanto quanto o Active Max.