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Cientistas propõem buscar vestígios de civilizações alienígenas na Lua

Fugindo um pouco do universo dos smartwatches: cientistas do Instituto SETI e do Birkbeck College (Universidade de Londres) propuseram uma nova estratégia para buscar indícios de civilizações extraterrestres extintas — a ideia é vasculhar o solo lunar em busca de partículas microscópicas que poderiam ter se desprendido de tecnologias alienígenas em deterioração ao longo de bilhões de anos, já que a Lua não tem atmosfera nem atividade geológica que apagasse esses vestígios.

Cientistas propõem buscar vestígios de civilizações alienígenas na Lua
Ilustração conceitual — busca por vestígios alienígenas na Lua.
Resumo: nenhuma evidência foi encontrada até agora — é apenas um método teórico proposto pelos pesquisadores, que argumentam que a superfície lunar funciona como um "arquivo" natural, preservando materiais por períodos de tempo muito maiores do que seria possível na Terra.

Ausência de atmosfera preserva vestígios por bilhões de anos

Diferente da Terra, onde erosão, vulcanismo e placas tectônicas apagam constantemente registros geológicos antigos, a Lua permanece praticamente inalterada há bilhões de anos — essa característica a torna um local teoricamente ideal para preservar qualquer traço microscópico de tecnologia que tenha se desprendido de uma sonda, satélite ou outro artefato alienígena que eventualmente tenha passado pela região, mesmo que a própria civilização que o criou já não exista mais.

ℹ Método ainda teórico
Nenhuma missão específica foi anunciada para essa busca até o momento — a proposta é, por enquanto, uma estratégia científica teórica discutida pelos pesquisadores.

Por que isso interessa a quem usa wearables

Pesquisas científicas ambiciosas como essa mostram como sensores cada vez mais sensíveis, parecidos com os usados em smartwatches para monitorar sinais sutis do corpo humano, também impulsionam avanços em áreas completamente diferentes, como a busca por vida extraterrestre.