Entre os sensores que mais crescem nos smartwatches está o de temperatura corporal. Em 2026, ele virou ferramenta de saúde: mede a temperatura da pele à noite e identifica desvios da sua média, ajudando a prever a janela fértil, detectar sinais de doença e refinar o sono. Apple, Samsung, Oura e Amazfit já trazem o recurso.

Entre os sensores que mais crescem nos smartwatches está o de temperatura corporal. Em 2026, ele deixou de ser curiosidade e virou ferramenta de saúde — usado para sono, ciclo menstrual e até detecção precoce de indisposições.
O sensor mede a temperatura da pele durante a noite e, ao longo de várias noites, identifica desvios da sua média. Isso ajuda a prever a janela fértil, detectar sinais de doença e refinar a análise de sono. Apple Watch, Galaxy Watch, Oura e Amazfit já trazem o recurso, sempre como referência de tendência, não diagnóstico.