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Seguradoras no Brasil vinculam prêmios a dados de smartwatch

Seguradoras no Brasil e no Chile começaram a vincular prêmios de seguro de saúde a dados coletados por smartwatches, segundo levantamento da Mordor Intelligence — a tendência aumenta a demanda por sensores clinicamente validados, num mercado sul-americano de smartwatches que deve movimentar US$ 2,66 bilhões em 2026.

Seguradoras no Brasil vinculam prêmios a dados de smartwatch
Ilustração conceitual — seguradoras vinculam prêmios a dados de smartwatch.
O que aconteceu: o modelo de seguro baseado em comportamento, já comum em países como Estados Unidos e Reino Unido, começa a ganhar força também na América do Sul — usuários que compartilham dados de atividade física e saúde do smartwatch podem receber descontos no prêmio do seguro.

Sensores clinicamente validados ganham importância

Com seguradoras passando a usar dados de wearables para calcular risco e definir prêmios, a precisão desses sensores deixa de ser apenas uma questão de experiência do usuário e passa a ter implicações financeiras diretas. Isso deve pressionar fabricantes a investir ainda mais em validação clínica de seus sensores de frequência cardíaca, sono e atividade física, para garantir que os dados sejam confiáveis o suficiente para uso em modelos de precificação de seguros.

ℹ Sobre a metodologia
Os dados de mercado citados são estimativas da Mordor Intelligence, com base em projeções de crescimento do setor de wearables na região.

Por que isso importa

Para quem já usa smartwatch no dia a dia, essa tendência pode significar novas oportunidades de desconto no seguro de saúde, mas também levanta questões sobre privacidade de dados que vale a pena acompanhar de perto.