Enquanto smartwatches dominam o pulso, a Meta quer conquistar o rosto. Em 2026, a empresa acelera seus óculos inteligentes com IA — alguns já com tela embutida — em uma aposta que pode redefinir o que é um "wearable".

Os óculos da Meta, feitos em parceria com marcas de eyewear, evoluíram de câmeras e fones para plataformas de IA: você pergunta algo e o assistente responde no ouvido, traduz conversas em tempo real, identifica o que você olha e mostra notificações discretas. Modelos mais avançados trazem uma pequena tela embutida e uma pulseira que capta gestos.
À primeira vista, óculos e relógios competem pela sua atenção. Mas eles também podem se complementar: o relógio cuida de saúde e esporte no pulso, enquanto os óculos entregam informação no campo de visão. A grande questão é se as pessoas vão querer usar os dois — ou escolher um.
2026 promete ser um ano decisivo para os óculos inteligentes. Se a IA no rosto engatar, veremos uma disputa fascinante pela próxima grande tela pessoal. Por enquanto, o pulso segue firme — mas de olho na concorrência. Vamos acompanhar.