📰 NotíciaPesquisa Brasileira
Projeto brasileiro usa smartwatches para detectar doenças antes dos sintomas aparecerem
Uma parceria genuinamente brasileira está explorando um dos usos mais promissores dos smartwatches: detectar sinais de doenças antes mesmo de qualquer sintoma perceptível. A FAPESP, a Unicamp e a Samsung uniram forças nessa pesquisa.
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Ana Costa
Editora de Tecnologia
·22 jul. 2026·Fonte: FAPESP
Ilustração conceitual sobre a pesquisa em saúde digital.
O que é: o centro de pesquisa batizado "Viva Bem", resultado da parceria entre FAPESP, Unicamp e Samsung, vai analisar dados coletados por smartwatches — como frequência cardíaca, padrões de sono e variabilidade cardíaca — em busca de sinais precoces de doenças, antes que sintomas percebíveis apareçam.
Como a detecção precoce pode funcionar
A ideia central é que pequenas variações nos dados coletados continuamente pelo relógio — sutis demais para a pessoa perceber sozinha — podem indicar, com análise adequada, o início de um processo de doença. Detectar isso antes dos sintomas surgirem abre espaço para intervenções médicas muito mais cedo, potencialmente mais eficazes.
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Centro de pesquisa "Viva Bem"Parceria entre FAPESP, Unicamp e Samsung dedicada à saúde digital.
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Análise de dados contínuosFrequência cardíaca, sono e variabilidade cardíaca monitorados ao longo do tempo.
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Detecção antes dos sintomasObjetivo de identificar sinais precoces para intervenção médica mais cedo.
ℹ Ainda em fase de pesquisa
Como todo projeto científico dessa natureza, os resultados práticos para o consumidor final ainda levam tempo para chegar. A pesquisa está em fase de desenvolvimento, sem previsão de recursos comerciais imediatos.
Por que isso importa
Iniciativas como essa reforçam o papel dos smartwatches como ferramentas de saúde preventiva, não apenas de monitoramento reativo — e colocam o Brasil na conversa sobre pesquisa aplicada em saúde digital.