Apple, Samsung, Garmin e Oura disputam quem leva primeiro o monitoramento de glicose ao pulso. Por ora, os relógios apenas exibem dados de sensores externos (CGMs) — a medição não invasiva, sem furar a pele, segue como um dos maiores desafios técnicos e regulatórios do setor.

Apple, Samsung, Garmin e Oura estão numa corrida para levar o monitoramento de glicose ao pulso — mas, por enquanto, os wearables ainda dependem de sensores externos (CGMs) para medir o açúcar no sangue. O sonho da medição não invasiva direto no relógio continua sendo um dos maiores desafios do setor.
Os relógios atuais conseguem exibir e integrar dados de glicose vindos de monitores contínuos como Dexcom e Abbott, mas não fazem a leitura por conta própria. A medição óptica não invasiva — sem furar a pele — esbarra em barreiras técnicas e regulatórias que ainda não foram superadas por nenhuma fabricante.