Imagem ilustrativa — a Amazfit vem subindo de patamar em 2026.
O resumo: a Amazfit lançou o Balance Ultra, seu smartwatch topo de linha, com caixa de titânio e autonomia de até 30 dias — mirando diretamente o território do Garmin Fenix, mas por bem menos dinheiro.
A estratégia: subir de patamar
Durante anos, a Amazfit foi "a marca barata". Isso está mudando. Em 2026, a empresa lançou o T-Rex Ultra 2 em titânio (o produto mais caro da sua história), o Balance 3 com tela de 3.000 nits e 64 GB, e agora o Balance Ultra. A margem de lucro da Zepp Health, dona da marca, bateu recorde — sinal de que a aposta no segmento premium está funcionando.
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Caixa de titânioMaterial de relógio de luxo: leve, resistente e sofisticado.
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Até 30 dias de bateriaTerritório Garmin — e muito acima de qualquer Apple ou Samsung.
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Preço agressivoA arma de sempre: entregar o mesmo por menos.
ℹ O que ainda separa a Amazfit da Garmin
Hardware a Amazfit já tem. O que falta é o
ecossistema: a Garmin tem décadas de dados, um app maduro (Garmin Connect), métricas consagradas (como o Body Battery) e uma reputação construída entre atletas. A Amazfit vem correndo atrás com o Zepp OS e métricas próprias — mas ainda é a perseguidora.
⚠ Preço no Brasil
Os valores internacionais divulgados não refletem o preço em reais.
Preço e disponibilidade no Brasil podem variar bastante por causa de impostos e câmbio. Confira nas lojas.
O que isso significa para você
Boa notícia para o consumidor: com Amazfit, Huawei e Coros pressionando por baixo, a Garmin é obrigada a entregar mais por menos. A briga no topo do mercado significa relógios melhores e mais baratos para todo mundo.