Depois de testar a Xiaomi Smart Band 11 Active, a comparação mais natural para quem está escolhendo uma pulseira de entrada da marca é com a Smart Band 10, que já testamos por aqui. Colocamos as duas lado a lado para ajudar a decidir se vale pagar mais pela tela AMOLED e pelos dias extras de bateria da Band 10, ou se a Band 11 Active já resolve para quem só precisa do básico.


| Critério | Smart Band 11 Active | Smart Band 10 |
|---|---|---|
| Preço | R$ 199,00 | R$ 379,99 |
| Tela | TFT LCD 1,47" (172×320px) | AMOLED 1,72", até 1.500 nits |
| Bateria | Até 14 dias sem AOD / 9 dias com AOD | Até 21 dias |
| Sensores | FC ótico + SpO2 | FC ótico + SpO2, com mais recursos de treino |
| Resistência à água | 5 ATM | 5 ATM |
| GPS / NFC | Não possui | Não possui GPS próprio; sem NFC |
| Peso | 18g sem pulseira | Levemente mais pesada |
| Indicado para | Orçamento mais apertado, uso básico | Quem quer tela melhor e mais dias de bateria |
A Smart Band 10 leva vantagem clara em dois pontos que pesam bastante no uso diário: a tela AMOLED de 1,72" com até 1.500 nits de brilho, que entrega cores mais vivas e muito mais legibilidade sob luz solar direta do que o painel TFT LCD da Band 11 Active, e a bateria de até 21 dias, praticamente o dobro da autonomia sem AOD da concorrente mais barata. Para quem usa a pulseira o tempo todo e valoriza uma experiência visual melhor, essa diferença é perceptível no dia a dia.
A Band 11 Active responde com um preço quase 48% mais baixo — R$ 199,00 contra R$ 379,99 da Band 10 — além de ser ligeiramente mais leve. Para quem só precisa acompanhar passos, sono e frequência cardíaca básica, sem exigir uma tela mais bonita ou semanas extras de bateria, a diferença de preço é significativa o suficiente para justificar a escolha do modelo mais simples.